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Notícias Unisite

05/05/2017 - 11:44:11

Sangue Novo
Jornalista Tupãense ganha prêmio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná
ALTERA O
TAMANHO DA LETRA



Marco Antonio
A cerimônia de premiação do 21.º Prêmio Sangue Novo aconteceu no dia 03 de maio na sede da APP-Sindicato, na Avenida Iguaçu, 880, bairro Rebouças, em Curitiba.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) Com o objetivo de auxiliar na melhoria da qualidade nos cursos de jornalismo em todo o Paraná e também de poder mostrar os novos talentos da nossa profissão, o Prêmio Sangue Novo deste ano chegou a um número impressionante: foram 554 trabalhos inscritos, superando de longe a edição de 2016, que contou com 438 projetos.

A diretora de cultura e eventos do SindijorPR, Silvia Valim, conta que os trabalhos estão ficando cada vez melhores e que não foi fácil chegar ao veredicto. “Mais uma vez os estudantes de jornalismo no Paraná estão de parabéns. Foram centenas de excelentes trabalhos que certamente dificultaram a avaliação dos nossos jurados. Até por conta desta grande leva de inscritos acabamos deixando para o finalzinho do nosso prazo a lista dos finalistas. Mas está aí e estamos felizes com a chegada da entrega de mais um prêmio”, garante a diretora.

Marco Antonio destaca sua premiação e a preocupação com o crescimento do feminicídio no Brasil

Feliz demais que “Diário de um Repórter: a construção de uma grande reportagem do caso Estela Pacheco” continua ganhando espaço. Apresentei meu TCC há um ano e hoje o Sindicato dos Jornalistas do Paraná me agraciou novamente com o Prêmio Sangue Novo. Ter reconhecimento por um trabalho que você fez é muito bom. Mas melhor ainda seria se o caso Estela Pacheco, professora de música assassinada no ano 2000, fosse julgado, sem protelações.

Já são 16 anos de impunidade. Ela soma-se as mais de 106 mil mulheres vítimas do feminicídio nas últimas três décadas só em terras brasileiras. Quanto vale a vida de uma mulher no Brasil, que ocupa o quinto lugar no ranking mundial do feminicidio?

Gostaria de agradecer aos que me auxiliarem ao longo de todo trabalho e, principalmente, as oito mulheres que se dispuserem a dividir suas histórias e tempo com este jovem repórter. Como também, minha orientadora, Márcia Neme Buzalaf.

Por último, parabenizar meus colegas e amigos da UEL que também foram premiados.